Caracterizada por crises recorrentes, a Epilepsia é uma doença crônica que pode impactar diretamente a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares, exigindo acompanhamento contínuo e políticas públicas específicas.
Segundo a parlamentar, a proposta nasceu após demanda apresentada por uma entidade que atua na conscientização e no enfrentamento do preconceito. “Além das questões clínicas, a epilepsia ainda é cercada por estigma social, preconceito e desinformação, o que frequentemente resulta em barreiras no acesso a serviços públicos, oportunidades educacionais, inserção no mercado de trabalho e convivência social”, acrescenta.
Ainda conforme Lucy Soares, a criação da carteira representa um avanço importante no reconhecimento de direitos e na inclusão social. “A carteira para as pessoas com epilepsia será uma maneira de incluir essas pessoas na sociedade, respeitando as limitações de cada um”, conclui.
Fonte: Piauí Hoje

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